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Joice Rodrigues

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Escrito por Joice Rodrigues
Como gostar de ler livros

É incrível como gostar de ler livros e realmente ter o hábito da leitura pode mudar a vida de uma pessoa.

Pensando nisso, eu reuni neste artigo, 5 simples passos práticos para qualquer pessoa comum conseguir ler até 50 livros a mais por ano (começando já esta semana) mesmo com pouco tempo livre ou falta de costume.

ACREDITE: é plenamente possível sentir prazer na leitura e você definitivamente não precisa ter nascido um gênio ou ser supernerd para gostar de ler livros.

Eu mesmo, li um livro inteiro pela primeira vez na minha vida somente aos 16 anos de idade, e a partir de então, a leitura tem sido uma atividade natural, que eu faço frequentemente sem qualquer sofrimento.

Mas claro, fazer desse hábito parte da minha vida só foi possível a partir do momento em que além de entender a importância da leitura, eu também senti o quanto ela poderia ser agradável.

E os passos que eu compartilho com aqui hoje, são aqueles que eu pessoalmente usei para chegar no estágio de leitora que cheguei (não sou nenhuma recordista da leitura, mas com certeza atualmente leio o suficiente para manter meu cérebro potente).

Portanto, se você deseja descobrir como gostar de ler livros, desenvolver o hábito da leitura e aumentar a quantidade de obras que lê anualmente, continue lendo este artigo e só pare quando for para executar os passos revelados.

Passo 1: O objetivo de leitura

De maneira geral, existem dois tipos de livros: ficção e não ficção.

Livros de ficção ou literários compartilham histórias inventadas, enquanto livros de não ficção compartilham histórias reais, opiniões ou informações.

E embora seja plenamente possível aprender lições valiosas com livros de ficção, é comum que a finalidade desse tipo de leitura seja apenas entretenimento e não aprendizagem.

Por isso, antes de sequer pensar em ler um livro, é essencial ter um objetivo de leitura nem definido: aprender ou se entreter.

Caso for se entreter, é provável que um livro de ficção seja o mais recomendado.

Caso for aprender algo específico, provavelmente existe um livro de não ficção escrito especialmente para te ensinar isso.

O importante é ter algum motivo para concluir a leitura do livro.

Passo 2: Um livro para gostar de ler

Leitura de livros

Geralmente quem não está acostumado a ler livros, já sente naturalmente uma certa dificuldade em prestar atenção e entender o texto.

Imagine então, se essa pessoa tiver que ler um livro...

  • Complexo - com vários termos desconhecidos
  • Chato - muito formal ou antigo
  • Gigante - em peso, tamanho e páginas

Em casos como esse, é no mínimo, compreensível que qualquer indivíduo se sinta exausto antes mesmo de começar a ler a primeira página...

Mas calma, que ninguém aqui está dizendo que você deve desenvolver o hábito da leitura com livros infantis ilustrados.

Eu apenas estou recomendando que você não exagere até que esteja totalmente acostumado.

Para o início da sua jornada de leitura, prefira livros de no máximo 300 páginas.

Lembre-se que o nosso cérebro adora recompensas rápidas, aspecto este, que apesar de ter seu lado ruim, também pode ser usado a nosso favor, ainda mais na hora de criar novos hábitos.

Por isso, quanto antes você perceber o seu avanço, maior será a sensação de progresso e dever cumprido.

E sem dúvidas, gostar de ler e conseguir fazer isso mais rápido se torna uma tarefa bem mais fácil quando o livro em questão, é simples, curto e agradável.

Passo 3: A meta diária de leitura

Hábito de ler

No começo da minha jornada como leitora, o que eu fiz para me manter lendo, mesmo após concluir o primeiro livro, foi estabelecer uma meta de leitura diária.

Assim, além de me obrigar a ler todo dia, eu também estava desenvolvendo um ritmo de leitura frequente, já que só poderia parar de ler o livro quando atingisse a meta diária.

Metas ajudam bastante no desenvolvimento de hábitos, pois elas costumam atribuir um sentido maior à nossa rotina.

Duração ou quantidade de leitura?

Tem gente que usa o tempo como medida para a meta de leitura, como por exemplo, 15 minutos por dia.

Agora, eu sinceramente recomendo e prefiro uma meta diária baseada na quantidade de páginas lidas.

Principalmente por 2 motivos: percepção e procrastinação.

O progresso se torna muito mais perceptível quando você percebe que está avançando nas páginas do livro.

E quando você tem um período de tempo limite para ler, a tendência natural é ficar enrolando até o tempo acabar.

Portanto, após experimentar os dois critérios, eu cheguei à conclusão de que o mais apropriado para iniciantes, é uma meta de leitura estipulada na quantidade de páginas do livro.

E quantas páginas?

Bom, não existe um número perfeito, mas eu comecei com 5 páginas por dia, até que aos poucos essa quantidade foi aumentando, fazendo com que a leitura de livros se tornasse parte do meu dia a dia de maneira automática (e eu finalmente gostasse de ler).

Passo 4: O hábito de ler livros

Como dito anteriormente, é melhor não estipular a duração do tempo de leitura.

Contudo, há algo poderoso que ainda pode ser feito com o seu relógio: configurar um horário fixo de leitura.

Se você já sabe qual é o horário do dia em que normalmente fica livre, configure o despertador para esse horário, pois assim que ele tocar, você se lembrará que é hora de ler (inclusive, você até pode nomear o alarme como "Hora de ler!").

Existe o risco do alarme tocar quando você estiver fazendo algo mais importante.

Nesse caso, basta reconfigurá-lo no mesmo momento, para despertar em um outro horário que você saiba que não estará ocupado.

Passo 5: O valor dos seus primeiros livros

Livros para comprar

Se você está aqui, eu presumo que, ou você não é muito fã de leitura, ou lê muito menos do que deveria.

Em ambos os casos, um dos fatores que realmente podem estimular a leitura de um livro, é investir o seu dinheiro nele.

Fazendo isso, você estará aumentando sua percepção de valor em relação ao livro, já que dispôs de uma quantia que poderia ter gasto com qualquer outra coisa.

Sem contar, que o fato dele ser seu, irá proporcionar uma sensação bem mais agradável, além de permitir que você escolha exatamente o livro que deseja (o que também aumenta as suas chances de gostar de ler).

Pegar emprestado, pode até ter o fator "período limite", que para muita gente significa mais pressão para ler.

Porém, não vamos esquecer...

Se você sabe que tem um tempo limite, e não está afim de ler, é muito mais provável que acabe enrolando do que cedendo à pressão.

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Que tal começar a pôr esses passos em prática neste exato momento?

Você pode encontrar agora mesmo o livro perfeito para se apaixonar pela leitura nas livrarias abaixo:

  • Amazon - Uma das maiores livrarias do mundo.
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E além de ambas livrarias serem 100% seguras e confiáveis (onde eu mesma compro meus próprios livros), elas também oferecem diversos títulos com descontos incríveis e entrega rápida.

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Escrito por Joice Rodrigues

Embora eu super recomende que você use o método de estudo Pomodoro para aprender, essa não é nem de longe a única utilidade dele.

O Método Podomoro foi criado pelo italiano Francesco Cirillo, no final dos anos 80, com o intuito de servir como um mecanismo eficiente para o gerenciamento do tempo gasto em tarefas que exigem foco, concentração e comprometimento.

Aprendendo com o Método Pomodoro de Estudo

Método de estudo pomodoro

Como dito anteriormente, é possível aplicar o Método Pomodoro em diversos tipos de tarefas além do próprio estudo.

Porém, como no Impulso Cognitivo priorizamos a aprendizagem, o Método compartilhado a seguir se trata de uma versão "2.0" - totalmente revisada, otimizada e atualizada especialmente para a máxima eficiência em tarefas de estudo.

Para aplicar as instruções do Método de Estudo Pomodoro 2.0, você precisará de:

  • Papel, caneta/lápis (para anotar o número do pomodoro)
  • Temporizador (para sinalizar o final do pomodoro)

Instrumentos em mãos, é hora de entender as etapas do processo:

  1. Escolha uma única tarefa de estudo que deverá ser concluída usando o Método Pomodoro.
  2. Anote essa tarefa no papel junto com o número da sessão que será iniciada (se é o primeiro pomodoro, anote "Pomodoro 1" ou "P1").
  3. Configure o cronômetro para 25 minutos.
  4. Ative a contagem do cronômetro e concentre-se na tarefa até ele tocar.
  5. Assim que ele tocar, marque o pomodoro como concluído (risque ou faça um X na frente dele).
  6. Faça uma pausa breve de 3 a 5 minutos para um intervalo de descanso. (Aproveite esse tempo para beber água, se alongar, etc.).
  7. Caso não tenha sido possível concluir a tarefa, repita o processo.
  8. Utilize os primeiros minutos de pomodoros posteriores para revisar o que foi visto nos anteriores.
Concentrar para estudar

Confira a seguir algumas recomendações adicionais simples, porém poderosas para potencializar o seu aprendizado.

Gerenciamento de Distrações 

É normal que durante pomodoros de estudo surjam na sua mente, preocupações referentes a outras tarefas pendentes.

Para evitar que esses pensamentos aleatórios prejudiquem a sua concentração nos estudos, anote-os no papel para lembrar de resolvê-los mais tarde. 

Gerenciamento de Tempo

Após uma sequência de 4 pomodoros (no mesmo dia), faça uma pausa um pouco mais longa, com duração média, de 20 a 30 minutos.

Administre melhor o tempo gasto nos seus estudos, observando o número de pomodoros necessários para concluir tarefas específicas, pois, assim você será capaz de definir prazos com mais precisão.

Por exemplo, sabendo que com 3 pomodoros (1 hora e 30 minutos - incluindo os intervalos), você escreve 2 páginas de dissertação, é possível estimar o tempo médio necessário para concluir 20 páginas de texto. 

E por último, mas não menos importante...

  • Apesar da duração padrão de um Pomodoro ser de 25 minutos, há certas tarefas que podem exigir mais ou menos tempo. Portanto, sinta-se livre para testar e adotar a estratégia que se encaixa melhor às suas condições de trabalho.
  • No caso de uma  tarefa complexa ou muito longa, considere dividi-la em etapas menores, passando de uma para outra de acordo com a ordem estabelecida e o andamento dos pomodoros.

A Técnica Pomodoro Realmente Funciona?

técnica pomodoro funciona

Agora que você já conhece o Método de Estudo Pomodoro e o passo a passo detalhado de como utilizá-lo, talvez esteja se perguntando se ele realmente funciona...

Pensando nisso, eu resolvi pontuar alguns aspectos interessantes relacionados ao Método Pomodoro para estudo, que explicam porque ele realmente funciona.

Lembrando que, isso não significa que todo mundo alcançará os mesmos resultados.

Logo, é importante testar primeiro antes de tirar qualquer tipo de conclusão, afinal, o melhor método é aquele que funciona com você.

1. Sensação de Recompensa Imediata

Estudos têm mostrado que o nosso cérebro simplesmente ama recompensas imediatas - geralmente causadas por hormônios estimulantes como endorfina, serotonina, dopamina e ocitocina.

Inclusive, é por isso que grande parte das pessoas recorrem à doces em momentos de ansiedade ou são fissuradas por jogos eletrônicos - pelo prazer imediato que atividades assim acabam gerando.

E, de forma semelhante,esse mecanismo acaba sendo ativado quando você marca uma sessão de estudo como concluída: a sensação agradável de dever cumprido é acionada, servindo como um estímulo para manter-se trabalhando.

2. O Poder do Ato de Anotar

Outro aspecto psicológico relacionado ao funcionamento do método de estudo Pomodoro, está no o ato de anotar tarefas pendentes para realizá-las depois.

Estudos mostram que o ato de anotar metas aumenta a possibilidade de elas serem cumpridas, pois ajuda quem as anotou a ter mais clareza, comprometimento e consciência do próprio progresso.

3. Alternância entre o Modo Focado e o Modo Difuso 

O terceiro e último aspecto psicológico/neurológico que notei no Método Pomodoro para estudo, foi a alternância entre o modo focado e o modo difuso.

  • Modo Focado: acontece quando nossa atenção está voltada a algo específico, como resolução de problemas.  
  • Modo Difuso: acontece quando estamos relaxados e distraídos, vagando por pensamentos aleatórios.

Essa alternância ocorre durante os intervalos sugeridos pelo criador da técnica pomodoro - Francesco Cirillo, e ela é extremamente importante para o surgimento de novas ideias, já que essa breve pausa permite que o seu cérebro entre no modo difuso e encontre soluções "escondidas" no subconsciente.

Além do Método de Estudo Pomodoro

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Referências de Pesquisa

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Escrito por Joice Rodrigues
escolha vida profissional

Se você não sabe o que fazer da sua vida profissional, mas por se preocupar com o seu futuro, está tentando descobrir, esse texto foi escrito com a intenção de te ajudar.

A verdade é que não há como fugir.

Praticamente todos nós, em algum momento, precisamos iniciar uma jornada profissional, que irá definir onde, como e com quem passaremos a maior parte do nosso tempo de vida.

E por isso, você precisa sim refletir com cuidado quando for decidir qual será o caminho que irá seguir profissionalmente.

Afinal, além da necessidade financeira por trás do trabalho, há também um anseio individual pelas recompensas que ele tende a proporcionar, comoreconhecimento e satisfação pessoal.

Portanto, observe com atenção cada instrução que será transmitida a seguir, seja você alguém que acabou de concluir o ensino médio ou um profissional de 30 anos de idade ou mais que está pensando em se reinventar.

Através da aplicação dos simples passos que eu exploro nesse artigo, a tarefa de descobrir o que fazer da vida profissional será facilitada e quem sabe, finalmente concretizada.

PASSO 1: OS 4 R’s DA MOTIVAÇÃO PESSOAL E PROFISSIONAL

motivação profissional

A primeira coisa a se fazer quando você não sabe qual caminho seguir profissionalmente é entender o mecanismo que movimenta as ações de todo o ser humano: a motivação.

E eu sei que essa palavra desperta um certo preconceito em muitas pessoas devido ao seu mau uso por gurus desonestos, mas se você realmente deseja descobrir o que fazer da sua vida profissional, é praticamente impossível prosseguir sem pelo menos falar um pouco dela.

Motivação nada mais é do que o motivo para a ação, o que significa que ela é capaz de impulsionar ou travar pensamentos e atitudes.

Dentro do que podemos chamar de "campo motivacional", existem 4 fatores comuns que motivam boa parte das pessoas, dos quais todos começam com a letra R:

  • Recursos: bens materiais, conforto e tudo mais que o dinheiro pode comprar.
  • Relacionamentos: relações amorosas, sexuais ou sociais.
  • Relevância: status, prestígio e reconhecimento.
  • Reação: movimento, novidades e interação com o mundo.

E então, algum desses fatores chama a sua atenção ou parece familiar para você?

Pois é...

Embora cada um de nós valorize mais um do que o outro, todos eles envolvem necessidades naturais do ser humano, como reprodução e preservação da espécie.

Portanto, como um passo inicial rumo à descoberta do que fazer profissionalmente, você deve organizar esses fatores por ordem de relevância e identificar qual deles será priorizado na hora de escolher a profissão que irá exercer.

Motivação Interna x Motivação Externa

motivação interna ou intrínseca, é aquela que parte do próprio indivíduo, onde a principal recompensa é o processo em si, ou seja, a realização da tarefa e a satisfação por poder trabalhar nela.

Já a motivação externa ou extrínseca, é aquela que depende especialmente de fatores que estão do lado de fora do indivíduo, como fama, dinheiro e bens materiais.

E apesar de não haver nada de errado em gostar de receber recompensas externas (acredito que todos nós gostamos), depender exclusivamente delas para agir, está longe de ser o ideal.

A grande vantagem de estar intrinsecamente motivado, é o aumento da resistência em relação à fracassos.

Se o anseio pela realização for mais forte que os impactos causados pela frustração, desistir deixa de ser uma opção.

PASSO 2: AUTOCONHECIMENTO E AUTOCONSCIÊNCIA

autoconsciência

Autoconhecimento e autoconsciência são fatores essenciais para todos aqueles que desejam descobrir qual rumo profissional seguir.

Porque quem normalmente sofre quando chega a hora de decidir qual ação tomar ou profissão escolher, é justamente aquele que não se conhece o suficiente para reconhecer o que é bom para ele mesmo.

Sabendo disso, o segundo passo para você saber o que fazer da sua vida profissional, é a análise de si.

Os 12 Arquétipos de Jung: Qual Predomina em Você?

De acordo com a psicologia analítica de Carl Gustav Jung, arquétipos são imagens ou símbolos armazenados no subconsciente coletivo, que representam um conjunto de valores, emoções e comportamentos presentes em cada indivíduo.

Segundo Jung, todos nós possuímos mais de um arquétipo na construção da nossa personalidade, havendo sempre um que predomina perante os demais - um suposto "arquétipo dominante".

O conceito de arquétipos é bastante utilizado no marketing para a criação de estratégias adequadas de comunicação com o público-alvo de determinada marca.

Contudo, aqui nós vamos utilizá-lo somente como um ponto de partida para a sua jornada de autoconhecimento, através de uma visão geral de cada um dos 12 arquétipos, como você pode ver abaixo:

  1. O Inocente: otimista, tranquilo, esperançoso, emocional, simples, acomodado, paciente.
  2. O Cara Comum: igualitário, coletivista, valoriza o pertencimento.
  3. O Herói: corajoso, forte, idealista.
  4. O Cuidador: protetor, generoso, prestativo, emocional, acomodado, paciente.
  5. O Explorador: ambicioso, individualista, autêntico, inconformado, agitado.
  6. O Rebelde: revolucionário, autêntico, controlador, ousado, inconformado.
  7. O Amante: vaidoso, romântico, elegante, divertido.
  8. O Criador: criativo, inovador, visionário, sonhador, perfeccionista.
  9. O Bobo: divertido, espontâneo, brincalhão, alegre, sossegado, animado.
  10. O Sábio: curioso, estudioso, intelectual, racional.
  11. O Governante: controlador, autoritário, responsável, revolucionário.
  12. O Mágico: manipulador, visionário, carismático, inventor.

Como já dito, o objetivo aqui é apenas fornecer uma noção geral de cada arquétipo, sendo extremamente recomendado que você busque por mais informações sobre eles para complementar essa etapa do processo.

Os 4 Impulsos Humanos

Os 12 arquétipos descritos pertencem a um conjunto denominado de "Quatro Orientações Cardeais", que são grupos divididos pelos impulsos humanos que se destacam em cada arquétipo. São eles:

  • Risco e Maestria: mago, rebelde e herói.
  • Independência e Realização Pessoal: inocente, explorador e sábio.
  • Pertencimento e Dependência do Grupo: cara comum, bobo e amante.
  • Controle e Estabilidade: cuidador, criador e governante.

Perceba que é possível possuir todos esses impulsos dependendo da situação presente, porém, em todos os casos há um que é mais intenso e evidente, e detectá-lo também poderá contribuir para a sua busca pelo autoconhecimento.

PASSO 3: CADA SITUAÇÃO, UMA PROFISSÃO

áreas profissionais

A melhor maneira de descobrir o que você quer é descartando o que não quer.

É fato que nem todas as profissões são para todo mundo.

E o motivo disso não poderia ser mais simples: cada área de trabalho dispõe de suas particularidades...

Por exemplo, se você não lida muito bem com incertezas, riscos e instabilidade, empreender talvez não seja a melhor ideia, mesmo com a possibilidade de grandes recompensas externas, pois, como já dito anteriormente, depender exclusivamente de recompensas externas costuma ser um jogo perigoso...

Portanto, após estar autoconsciente das suas próprias aspirações pessoais, o próximo passo é conhecer diferentes tipos de profissões das mais diversas áreas de atuação, bem como as vantagens e desvantagens de cada uma delas.

Fazendo isso, será mais fácil identificar áreas de trabalho correspondentes às suas expectativas pessoais e profissionais, e descartar aquelas que não têm absolutamente nada a ver com você.

Principais Tipos de Profissões Atuais

Entre os principais perfis profissionais no mundo atual, temos o:

Funcionário Público: empregado contratado através de concursos ou nomeações para trabalhar em órgãos ou serviços públicos. Exemplo: procurador.

Funcionário Privado: empregado convencional de empresas, indústrias ou companhias privadas. Exemplo: programador.

Profissional Liberal: exerce determinada atividade com total liberdade sob registro de uma ordem ou conselho profissional. Exemplo: dentista.

Autônomo ou Freelancer: trabalhador que presta serviços por conta própria sem vínculo empregatício. Exemplo: encanador, ilustrador.

Empresário: fundador de empresa(s) que atende(m) uma demanda existente no mercado. Exemplo: Elon Musk.

Empreendedor: profissional de qualquer área ou perfil, que trabalha para implementar mudanças em novos negócios ou empresas já existentes. Exemplo: profissional de carreira.

Novamente, essa foi apenas uma descrição rápida com a finalidade de te introduzir ao assunto.

Faça pesquisas mais elaboradas para aprimorar a sua concepção sobre cada um desses tipos de profissão e suas respectivas áreas.

FAZER O QUE AMA OU AMAR O QUE FAZ?

amor pela profissão

Verdade seja dita: amar a profissão antes de trabalhar nela nem sempre é possível.

Salvo raríssimas exceções, a maioria das pessoas não tem 100% de certeza de qual é a melhor escolha profissional até iniciar a sua experiência de trabalho.

Ainda mais porque (infelizmente), o nosso sistema de ensino ainda é muito teórico e pouco prático, o que geralmente acaba "confundindo" as expectativas do estudante em relação à realidade profissional do mercado de trabalho.

Então, será que você deve mesmo esperar por uma certeza absoluta ou uma louca paixão para arregaçar as mangas e partir para a ação?

Pode ser que sim, mas eu acredito que não.

É como as boas mães costumam dizer para os filhos quando eles se negam a comer um alimento por causa de sua aparência pouco atrativa: "Como você sabe que não gosta sem experimentar?".

Não dá para contar com o poder da adivinhação, intuição ou achismo na escolha de uma profissão.

Pesquisar antes de decidir qual decisão tomar pode até diminuir as chances de você se decepcionar, mas sem vivenciar, você nunca saberá.

E além disso, vale lembrar que profissão perfeita simplesmente não existe e provavelmente nunca existirá.

Mudanças São Permitidas

"Nenhum plano sobrevive ao campo de batalha" - Sun Tzu

A sociedade nos faz acreditar que todas as escolhas são decisivas: mudanças são ruins e você deve ser o mesmo sempre para não parecer incongruente.

O problema é que a vida é repleta de transformações e acontecimentos inesperados.

Sendo assim, não importa o que você decidir fazer profissionalmente hoje, é possível fazer diferente amanhã.

Vai ser difícil? Sim!

Cansativo? Mais ainda...

As pessoas vão te criticar? Com certeza.

Mas nada que você já não tenha enfrentado antes, certo?

Então, não tenha medo de se aventurar na "profissão errada".

Cada experiência é um aprendizado e há sempre algo a se ganhar com ele.

E se, mesmo após seguir os simples passos que eu te passei aqui, você ainda se sentir inseguro sobre o que fazer da sua vida profissional,  fique tranquilo.

Tome uma decisão, foque nela e se der errado... tente outra vez (ué).

SEJA UM PROFISSIONAL VERDADEIRAMENTE QUALIFICADO

Qualificação profissional

Independentemente da área de atuação que você escolher, será necessário adquirir novos conhecimentos constantemente para crescer.

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